Review: Kryptos – Afterburner

Por Lucas Santos

O último álbum foi muito bem recebido pela crtítica, fazendo com que a espera para o atual trabalho fosse bem aguardada.

Lucas Santos

Confira mais metal:
Death Angel – Humanicide
Diviner – Realms Of Time
Baroness – Gold & Grey
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Dream Tröll – Second To None

Gravadora: AFM Records
Data de lançamento: 21/06/2019

Kryptos é uma banda de Bangalore, na Índia, e teve sua estréia em 2004. Eles buscam um som como o protótipo de Speed ​​Metal: é um pouco mais pesado que o som clássico da NWOBHM, mas é menos agressivo que o Thrash. A banda fez fama ao longo dos anos: eles apoiaram o Iron Maiden quando a donzela de ferro tocou em sua cidade natal, Bangalore, tocaram várias vezes em festivais europeus, mais notavelmente no Wacken Open Air, os tornando a primeira banda de seu país a tocar lá. Eles também tiveram sua própria turnê headliner na Europa em 2014. “

Afterburner, bem como seu álbum de 2016 Burn Up The Night foi lançado pela gravadora alemã AFM Record. O último álbum foi muito bem recebido pela crtítica, fazendo com que a espera para o atual trabalho fosse bem aguardada. Como acontece com algumas bandas aqui no site, eu não fazia idéia da existência do Kryptos, e tive que ir em busca de seu material antigo e pesquisar um pouco de sua história, fato que me fez entender e notar uma incrível ascensão, tanto sonora quanto técnica e na produção.

Como eu disse acima, o quarteto toca algo que se espelha no Speed ​​Metal com muitos toques dos anos 80, soando quase como uma banda retrô. O álbum é bem conciso – direto e classicamente magro, como se costuma dizer. Os riffs são lisos, o trabalho de guitarra é de primeira qualidade. Quando se trata de solos, eles certamente entregam algo à mais em quase todas as canções, e as músicas têm ganchos que funcionam muito bem e dão continuidade. A maioria das músicas são animadas, agressivas com riffs galopantes, os vocais ásperos têm muita atitude, são pesados e tem um pé no Thrash Metal. Dead of Night tem um nível e atmosfera mais obscura, se destaca com seu refrão cativante e melancólico.

Mas a maioria das músicas é rápida e furiosa, assim como o homem em sua motocicleta empunhando sua espada. Divertidas e fáceis de se ouvir, a música título de abertura, Cold Blood ou Mach Speed ​​Running são realmente alegres e bem legais.

Meu problema com o álbum é que as músicas são um pouco lineares: se escutamos uma música individualmente, podemos apreciar todas as qualiadades já citadas anteriormente, mas depois de ouvir algumas delas a coisa toda começa a ficar um pouco parecida. Os vocais, por exemplo, ficam um pouco monótonos, eles são mais voltados para um som mais Thrash, mas aqui começa a soar desinteressante depois de algumas músicas.

É inegável que o Kryptos vêm em uma crescente e Afterburner é o seu ápice. É um álbum extremamente divertido que vai agradar todos os fãs do estilo. Não espere nada inovador ou genial, apenas se divirta e aprecie o som dos caras.

Nota final: 7/10

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