The Rock List – As Melhores Bandas Estreiantes de 2019

Por Lucas Santos

Para pode fazer parte dessa seleta lista temos simples regras: apenas bandas que lançaram um EP ou um full-lenght no ano de 2019 estão habilitas. Ou seja, se o grupo lançou algum EP em anos anteriores e fez sua estréia com um álbum de estúdio completo neste ano, perde o direito de estar aqui.

Regras simples, algumas coisas interessantes para falar. Arrasta pra baixo e confira os estreiantes que mais fizeram barulho em 2019.

ASTRALIUM

Australium nasceu em 2014 graças à soprano Roberta Pappalardo e ao baixista Giuseppe Pappalardo e Land Of Eternal Dreams é o álbum de estréia do quarteto da Sicília que bebe diretamente da fonte de influências já imaginadas de Nightwish Epica, a estréia deles é um achado daqueles que nos fazemos acreditar que esse gênero tão difícil de ter alguma reformulação, ganha uma sobrevida e um sopro de esperança pra lá de empolgante.

BLOCK BUSTER

Oriundo da nova levada de bandas de hard rock da escandinávia, eles conseguiram um acordo com a Frontiers Records, lançaram 4 singles e entregaram o primeiro trabalho para a audiência, Losing Gravity, a estréia que veio finalmente após dez anos da fundação do Block Buster.

DIRTY HONEY

O quarteto californiano conseguiu a proeza de ser a primeira banda sem gravadora a botar uma música na primeira colocação na Billboard Mainstream Rock Songs. A faixa When I’m Gone que faz parte do primeiro EP homônimo, ao misturar fortes guitarras, vocais blueseiros e sabores leves do Aerosmith, Guns N ‘Roses e rock oitentista, o Dirty Honey certamente traz algo novo à mesa do rock moderno.

THE JACKS

Com uma forte influência da invasão britânica das décadas de 1960 e 70, The Jacks desenvolveram uma rara sonoridade que é indisciplinada, ousada e difícil de ser ignorada oferecendo músicas novas mas atemporais. Com o novo EP auto intitulado, os Jacks resgatam ótimas referências que vão de The Black Keys, Oasis, The Rolling Stones, The Beatles, Cage the Elephant até dos mais recentes The Raconteurs.

JOYOUS WOLF

Apesar de terem lançado um single no ano passado com 2 músicas – um cover de Mississippi Queen e a música Slow Hand – o EP de estreia Place In TIme deste ano mostrou que o quarteto californiano captou uma energia moderna em sons clássicos de blues, rock n’ roll em uma pegada comteporânea em músicas como Quiet Heart e Had Enough.

NORTHTALE

NorthTale é uma daquelas conjuntos que podemos chamar de supergrupo. Nascido na Suécia, proveniente de um amor de misturar melodias alegres com coros épicos, o guitarrista brasileiro Bill Hudson (Trans-Siberian OrchestraI am Morbidex-UDO / Dirkschneider) junto forças com o vocalista Christian Eriksson (ex -Twilight Force) e o baterista Patrick Johansson (ex-Yngwie Malmsteen) alinharam-se em 2017 e se tornaram o pilar principal da banda. A adição do tecladista Jimmy Pitts e do baixista Mikael Planefeldt logo completaram a formação e, com isso, um álbum de estréia nasceu: Welcome To Paradise, um trabalho que não alcançou todo o potencial da banda mas é coeso, poderoso, alegre e direto e pode ser o começo de algo mais interessante.

PALADIN

Idealizado pelo multi talentoso letrista e guitarrista Taylor Washington o quarteto americano de Atlanta foca em trazer um sabor europeu ao cenário do metal americano. Ainda é difícil mensurar o quão cativante e impressionante é o seu registro de estreia Ascension. Uma reunião de talentos e de excelentes idéias que vão em diversas vertentes do metal e juntas, foram executadas de uma maneira quase que inexplicável.

PECTORA

Com uma mistura sonora que apanha referências do NWoBHM de Maiden Priest, com elementos do Thrash americano, passeando por Metallica Anthrax, os dinamarqueses do Pectora criam um som muito peculiar, trazendo o que de melhor esses estilos têm a oferecer. Untaken é um excelente regidtro de estréia. Eles conseguiram mesclar todas as influências em um som diferente e muito divertido. Um grande álbum de Heavy Metal clássico, e uma grande banda pra se ter no radar, tanto em festivais quanto em lançamentos futuros.

SMOULDER

Smoulder vem diretamente de Ontário, Canadá se apoiando sem uma sonoridade mais clássica do heavy/doom e suas temáticas líricas se apoiam em ficção e fantasia. Contanto histórias de mulheres guerreiras em particular o álbum de estréia Times of Obscene Evil e Wild Daring é uma mistureba de estilos e referências. Dentre as mais perceptíveis estão CandlemassHelloween e Black Sabbath. A banda abraça clássicos e clichês do heavy metal, que durante as 6 faixas ao longo das 38 minutos nos transportam por um tempo e para um lugar onde guerreiras, força e fantasia predominam.

TANITH

O quarteto nova iorquino lançou o seu excelente álbum de estreia In Another Time que resgata os primórdios do heavy metal com as guitarras gêmeas. O triunfo entre a boa mistura dos vocais femininos e masculinos e também a ótima escrita e a ambientação clássica recriada são pontos fortes deste novo nome do cenário.

TRIPSITTER

O jovem quarteto de Navis, Áustria, decidiu gravar o álbum de estréia em uma cabine no seu país de origem, na intenção de entregar a experiência mais crua possível, com isso o seu debut The Other Side of Sadness é um projeto muito ambicioso e uma bela estréia da banda austríaca. A jornada para o ponto mais profundo da escuridão não vem de primeira, mas, quando te pega, é uma viagem que você realmente vai precisar de um(a) sitter.

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