Agalloch

Por Lucas Santos

Bem vindo à mais uma categoria de conteúdo disponibilizado pela The Rock Life pra você, amante da boa música, mais precisamente do rock e metal.

Toda semana iremos indicar bandas, digamos, desconhecidas no grande cenário e pouco mencionadas nacionalmente. A ideia é apenas espalhar o som de bandas diferentes, “novas” e que não tiveram espaço aqui. Tentaremos focar naquelas que tiveram álbuns que não foram resenhados ainda. Do rock clássico ao metal extremo, aqui vale de tudo. Traremos uma breve explicação da banda e álbuns essenciais da discografia, sem muita aprofundação, o conceito do “Banda da Semana” é apenas disponibilizar novos nomes a vocês. Aproveitem.

QUEM SÃO?

Pela primeira vez aqui falaremos de uma banda que terminou em 2016, porém vale muito a pena ser citada, principalmente porque a possibilidade de trazermos algum lançamento é quase nula. Agalloch era uma banda de metal que mesclava estilos como folk metal, doom metal, metal progressivo, black metalpostrock e neofolk. A banda foi formada em 1995 em Portland, Oregon, e teve John Haughm (vocalista e guitarrista) e Don Anderson (guitarrista e baterista/baixista e baixista no começo da banda) como os principais membros de sua existência.

POR QUE VOCÊ DEVE ESCUTAR?

Agalloch foi uma banda bem inventiva e peculiar. Os temas comuns nas imagens e no assunto deles eram a beleza da natureza, o inverno, a melancolia e as alusões ao paganismo ancestral. Don Anderson descreveu a mitologia nórdica como uma grande influência na banda e disse que a “cultura pagã” foi a principal inspiração para o frontman John Haughm em particular.

Além de trazer uma sonoridade bem ambiente e melancólica, a banda também usou instrumentos não tradicionais, como a caveira de um veado. Na música The Lodge do álbum The Mante (2002), Haughm golpeou o crânio de veado para criar um som de clique incomum.

QUAL ÁLBUM VOCÊ DEVE ESCUTAR?

A suntuosa mistura de folk, post-rock e black metal que desempenhou um papel importante na música da banda desde 1999 ainda está presente, mas o álbum em particular é muito mais desafiador, já que suas sete músicas expandem sutilmente o som do Agalloch para mais longe do que nunca. Marrow of the Spirit traz impressionantes melodias de violoncelo, a intensa e bela Into the Painted Grey, que encontra um meio-termo entre o metal extremo primitivo e momentos de beleza, e a linda Ghosts of the Midwinter Fires que incorpora tons melancólicos no metal tão bem quanto qualquer um.

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