nebula

Por Roani Rock

Bem vindo à mais uma categoria de conteúdo disponibilizado pela The Rock Life pra você, amante da boa música, mais precisamente do rock e metal.

Toda semana iremos indicar bandas, digamos, desconhecidas no grande cenário e pouco mencionadas nacionalmente. A ideia é apenas espalhar o som de bandas diferentes, “novas” e que não tiveram espaço aqui. Tentaremos focar naquelas que tiveram álbuns que não foram resenhados ainda. Do rock clássico ao metal extremo, aqui vale de tudo. Traremos uma breve explicação da banda e álbuns essenciais da discografia, sem muita aprofundação, o conceito do “Banda da Semana” é apenas disponibilizar novos nomes a vocês. Aproveitem.

QUEM SÃO?

Dissidente da grande banda Fu Manchu, o Nebula iniciou sua trajetória no fim dos anos 90 com o guitarrista Eddie Glass e o baterista Ruben Romano acompanhados pelo parceiro Mark Abshire nos baixos. Eles chegaram a entrar em hiato no ano de 2010 após ter algumas reformulações (principalmente na batera), entretanto, sempre agindo como um power trio. Atualmente a banda conta com Glass, que é o guitarrista e o band leader desde o início do projeto, Tom Davies nos baixos e o novato Mike Amster na batera com já cinco anos de banda. Eles já lançaram seis discos de estúdio tendo sido o último lançado em 2019 com o título de Holy Shit.

POR QUE VOCÊ DEVE ESCUTAR?

Diferente do Fu Manchu, considero o som desses caras mais acessível, apesar de bastante improvisos e mantendo o peso, há uma estrutura sólida de canções: começo, meio e fim bem definidos. Fazem o clássico stoner rock de garagem dos anos 90, muitos vão reconhecer a banda por conta do jogo Tony Hawk Pro Skater. É um som vitamínico, potente e de certo visceral. Começaram pela mesma gravadora do Nirvana e Pearl Jam, a Sub Pop. Ou seja, tem muito do grunge em suas veias também. O som mais conhecido dos caras é a faixa To The Center que é bem mais prog e experimental que os trabalhos feitos posteriormente.

QUAL ÁLBUM VOCÊ DEVE ESCUTAR?

Não há um disco deles que não valha a pena conferir, o primeiro intitulado To The Center da faixa de mesmo nome e o Atomic Ritual de 2003 são grandiosos e pura pressão, sem arrogância – ou até com – eles poderiam bater no peito alegando serem fodas só por conta destes. Mas há um disco especial na sua não tão grande discografia que se destaca. Charged de 2001, é realmente um álbum na melhor definição que essa palavra pode ter.

Todas as faixas conversam ente si, é um disco bem expressivo e que colocaram nas canções bastante criatividade. Há uma boa resposta da convergência entre acústico e elétrico também, o uso de pedais como o wah-wah, a lap steel guitar também entra em destaque além do tradicional overdrive. Num breve faixa-faixa classifico Giant a melhor do álbum, com Travelin- Man Blues sendo a mais diferente pelo uso de violões assim como a estranhamente dançante This One e pasmem, Shaker uma faixa que a partir dos 02:20 minutos se transforma quase em um baião. O disco é finalizado por All The Way, música anestésica, fazendo você viajar por 9 minutos que deixam a entender que poderia ser bem mais. Sempre que escuto esse álbum fico mais inspirado e com certa adrenalina.

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