Os Melhores Álbuns de Metal de 2022

2022 acabou. Entre guerra na Ucrânia e Copa do Mundo no Qatar, vivenciamos mais um ano de muitas mudanças e acontecimentos históricos. Os shows, festivais e turnês parecem ter voltados de vez. Sem restrições mas ainda com (poucos) cancelamentos devido a covid-19, parece que o mundo da música ao vivo deixou de vez de ser afetado pela pandemia. (graças!)

Com essa possibilidade de encontro, fomos finalmente, agraciados por diversas turnês de discos lançados em 2020 e 2021. Toda esse esforço e vontade de tocar depois de tanto tempo parado não tirou o fato de que 2022 foi mais um ano excelente para o metal, com diversos lançamentos de bandas novas e também de veteranos. Somos eternamente gratos por todos os artistas que nos presentearam com novas músicas diante de tempos tão difíceis. Escapar da realidade mundana mergulhando em sons diversos e em novas artes – em plataformas de stream, YouTube ou em mídia física- foi fundamental para todos os amantes do Heavy Metal, seja para quem quisesse ouvir o novo álbum do Lamb Of God, ou para os curiosos que buscam entender para onde o Metal está caminhando, principalmente com os novos trabalhos do Bad OmensBlackbaird e I Prevail.

Diante de tudo isso, separamos os nossos 40 álbuns de Metal favoritos do ano. A lista foi baseada no sistema de notas que damos em todos os nossos reviews e que foram escritos pelo nosso incrível time aqui na The Rock Life. Todas as resenhas, de cada álbum, podem ser encontradas no site. Aproveitem!

Colaboradores: Lucas Santos e Cléo Mendes


39 – COMBUST – ANOTHER LIFE

Another Life é o LP de estreia do grupo nova iorquino de hardcore Combust. Com uma abordagem mais vintage ao invés de tentar empurrar o gênero para frente, eles conseguem entregar boas músicas sem nenhum grande destaque individual. Acho que é uma boa estreia de uma banda que pode entregar ao mais impactante. Ainda assim, se você gosta de grupos como Sick of It AllEkulu e os lendários do Madball, o Combust vai agradar você com certeza. – Lucas Santos


38 – BLEED FROM WITHIN – SHRINE

O quarto álbum de uma das bandas mais subestimadas do deathcore mundial não se limita à apenas agressividade e peso excessivo. Os elementos sinfônicos fazem de Shrine uma nova forma de abordar o consagrado som do Bleed From Within e, alinhado a potente produção e composições memoráveis, fazem com que o trabalho seja indispensável aos ouvintes de heavy metal em 2022. – L.S


37 – HOSTILITIES – NØ COWARDS

NØ COWARDS é a estreia de um dos novos nomes do hardcore que mais me chamou a atenção recentemente. Misturando influências do metalcore dos anos 90 e do death metal clássico, o grande destaque é a vocalista Larissa Perrin além do produto final soar como um furioso beatdown hardcore que dá vontade de sair socando as paredes. Aprovado! – L.S


36 – SEVENTH WONDER – THE TESTAMENT

Tão incrível quanto Tiara (2018), o sexto álbum da excelente banda sueca de Metal Progressivo Seventh Wonder é aquela mistura essencial da luz e trevas. Com uma excelente abordagem instrumental e momentos épicos e catárticos, a banda cria e recria a magia de sua discografia em mais um registro de tirar o fôlego. – L.S


35 – LIVEWIRE – UNDER ATTACK!

Em 2022 eu certamente não ouvi nada parecido com o Under Attack!, álbum de estreia da banda australiana LiveWire. Banda e álbum usam todas as influências do começo do thrash/speed metal e heavy metal dos anos 80 em sua temática, música e visual. Fazem com maestria e um toque de nostalgia. – L.S


34 – PALEFACE – FEAR & DAGGER

Fear & Dagger, quarto álbum de uma das bandas que mais me chamaram a atenção dentro do deathcore nos últimos anos seria perfeito se fosse um pouco menor. Embora seja incrível trazer dezesseis faixas novas, com cada uma oferecendo uma carregada quebra de riffs esmagadores de quebrar o seu pescoço, um pouco da repetição tornam o álbum um pouco desafiador para se chegar até o fim. Mesmo assim, o Paleface mostra o porque do deathcore europeu estar tão em alta atualmente com mais um trabalho indestrutível. – L.S


33 – COMEBACK KID – HEAVY STEPS

Os reis do hardcore do Canadá estão de volta à sua melhor forma no seu sétimo álbum de estúdio, misturando o som mais pesado e metálico do clássico moderno Die Knowing (2014) com o hardcore frenético e melódico de seus lançamentos anteriores. Heavy Steps é a mistura quase perfeita de hardcore moderno e um lembrete amigável de que o Comeback Kid é uma das melhores bandas que já existiram dentro do gênero. – L.S


32 – INDUCTION – BORN FROM FIRE

O futuro de muitas possibilidade no mundo do metal melódico está apenas começando, mas com Born From Fire, muita habilidade, senso melódico e técnica refinada, a banda consegue entregar um salto em sua carreira e um dos melhores registros do gênero no ano. – L.S


31 – THE DEVIL WEARS PRADA – COLOR DECAY

Arrisco a dizer, mesmo não sendo um grande “especialista” e conhecedor da banda, que esse é o mlehor álbum que já escutei do The Devil Wears Prada. Simplesmente uma fusão avassaladora do mais puro metalcore com uma carga emocional e experimentações sonoras que vão me deixaram surpresos e ao mesmo tempo incrédulos. Eles amadureceram seu som para incluir várias camadas de experimentação, permitindo que seus refrões soem pop e que as composições não tenham previsibilidade. Imperdível. – L.S


30 – GLASSLANDS – THE DEEP

The Deep, segundo álbum de estúdio do Glasslands, banda que conta com ex-membros do Icon for Hire Beartooth, continua forjando sua mistura cativante de peso e ambientação com muitas referências ao Bring Me The HorizonWage War e Bad Omens, que começou promissoramente em 2016 em seu lançamento de estreia, entregando um excelente ábum que traz, em uma menor escala, um pouco de todos os nomes citados. Uma banda que eu não conhecia e que me surpreendeu bastante. – L.S


29 – 劇變 (JUBIAN) – RIPPED TO SHREDS

劇變 (Jubian) exalta todo o burburinho em torno do Ripped to Shreds. Eles criaram um álbum incrível que não recria a roda, mas certamente pisa em águas no atual mar cheio de death metal com sabor da velha escola. Eles fazem jus ao seu nome, rasgam e destroem. Eles também continuam alcançando seu objetivo de aumentar a visibilidade dos chineses nascidos nos Estados Unidos. Se você gosta de qualquer um dos inúmeros subgêneros do death metal, é um tiro certo. – Cléo Mendes


28 – SAXON – CARPE DIEM

Carpe Diem é mais um ótimo disco do Saxon. Mantendo as raízes lá do seu começo, ainda com a mesma energia e se agarrando muito na fórmula de sucesso do seus últimos trabalhos Thunderbolt (2018), Battering Ram (2015) e Sacrifice (2013), não existe muita exigência aos quase setentões do heavy metal. Aos fãs, um deleite. Os mais jovens ou marinheiros de primeira viagem é mais uma chance de presenciar a história em tempos modernos. Não sei se agrada, mas para mim, o Saxon pode durar até os anos 3.000. – L.S


27- HEARTLISTENER – PERSPECTIVES

O primeiro álbum completo de estúdio dos paranaenses do Heartlistener reune uma das grandes performances de post/hardcore/metalcore já registrados em território nacional. Melodias bem colocadas juntas de momentos catárticos e pesados, Perspectives alcança todas as expectativas depois dos ótimos EPs e singles que a banda disponibilizou anteriormente. – L.S


26 – PARKWAY DRIVE – DARKER STILL

Darker Still é a fórmula final da nova abordagem sonora que o Parkway Drive mirava em sua mudança lá no Ire (2015). Resquícios do começo de sua jornada no início do século ainda podem ser captados, mas a verdade é que estamos diante de uma banda muito mais madura, mais técnica e que cria momentos e músicas, não só grandiosas, mas também memoráveis e ainda sim pesadas. Esse é o Parkway Drive do momento, e deveria ser muito celebrado. – L.S


25 – MOON TOOTH – PHOTOTROPH

A última banda de metal progressivo que me chamou bastante a atenção antes do Moon Tooth foi o Caligula’s HorsePrototroph é o terceiro álbum de estúdio da banda, mas o mru primeiro contato com o grupo novaiorquino. Me encantou o fato da banda misturar em suas composições elementos distintos que vão do metal e rock progressivo, hard rock pop. As faixas soam energéticas e poderosas, possuem complexidade mas entregam leveza e um sentimento real de pureza e compaixão. Preciso de uma imersão maior na discografia da banda, mas o fato é que o Moon Tooth provou ser uma descoberta e tanto para mim em 2022. – L.S


24 – RISK – MONOLOGUE OF MISERY

Eu “descobri” o Risk há algumas semanas atrás quando eles abriram para o Drain em seu estado natal, Connecticut. Dentro do hardcore, eles são uma banda que focam em um som mais metálico e muita atitude, principalmente de seu frontamn. Monologue Of Misery é um grande debut e certamente um dos pontos altos do estilo no ano, vindo de uma cena que além deles tem nomes excitantes como AdrienneBroken Vow Pummel (e muito mais).


23 – LORNA SHORE – PAIN REMAINS

Pain Remains é melhor do que esperávamos. Qualquer um que pensou que o último EP do Lorna Shore foi um acaso ou uma tendência passageira provou estar errado. Com esse lançamento, a banda se junta a nomes como Spiritbox e I Prevail no topo do metal moderno. Lorna Shore é vários graus mais pesada do que essas duas bandas, porém, um rolo compressor imparável impulsionado pela confiança e talento bruto. Eles entregaram o melhor álbum de sua carreira e um dos melhores álbuns de metal sinfônico e deathcore na memória recente. – C.M


22 – PROWL – THE FORGOTTEN REALMS

Seguindo a linha do Power Trip, o álbum de estreia da banda de crossover canadense Prowl é um dos melhores do gênero que ouvi desde Nightmare Logic (2017). Voltado a um som mais abafado e obscuro, lembrando muito o EnforcedThe Forgotten Realms é um deleite aos amantes dos riffs rápidos e sonoridade extrema. – L.S


21 – I AM – ETERNAL STEEL

O terceiro e poderoso álbum de estúdio do I Am, banda texana que mistura death metal oldschool com hardcore, realmente brilha com sua entrega de som direto, sem frescuras, pesado e brutal (bota brutal nisso): A enxurrada de riffs pesados de thrash, grooves e vocais absurdamente poderosos. Power Trip encontra Gatecreeper que encontra Pantera. Um dos meus destaque dos ano sem dúvidas nenhuma. – L.S


20 – BLACK PANTERA – ASCENSÃO

O terceiro álbum da banda de Uberaba, Mina Gerais, eleva a sua importância e coloca o Black Pantera como uma das melhores e mais mais importantes bandas da história do crossover nacional. O trio composto por Charles GamaChaene da Gama Rodrigo Augusto aborda temas como política, racismo e discriminação em geral em suas letras, assim como um som visceral que faz com que Ascensão seja um dos melhores trabalhos do gênero no ano, e um dos melhores discos do metal nacional em 2022. – L.S


19 – TERROR – PAIN INTO POWER

Bem… se você gosta de hardcore punk o nome Terror deve ser familiar pra você. O fato de Pain Into Power soar tão ferroz, poderoso e agressivo como os clássicos que a banda lançou no começo dos anos 2000 já diz muito sobre eles. 10 faixas em um pouco mais de 18 minutos e tudo que você espera de um ótimo álbum do estilo e também tudo que você pode esperar de uma banda tão importante pro hardcore moderno. – L.S


18 – TALLAH – THE GENERATION OF DANGER

The Generation Of Danger, segundo LP dos jovens talentos do Tallah, é uma experiência assustadora. Embora seja incrível e de cair o queixo por si só, também é um álbum caótico de quase uma hora de hardcore que virou nu-metal que virou metalcore, sem muito alívio durante esse tempo. – L.S


17 – SLIPKNOT – THE END, SO FAR

The End, So Far poderia muito bem ser “apenas”mais um álbum de estúdio do Slipknot. Mas ele realça, ainda mais, a capacidade da banda (mesmo depois de todos esses anos) de chocar, ser teatral e misturar diversos elementos no escopo do metal. – L.S


16- MINDFORCE – NEW LORDS

O segundo, e muito aguardado, álbum de estúdio da banda novaiorquina Mindforce que tem em sua essência o hardcore dos anos 90, mas que sabe ultilizar muito bem as guitarras e sonoridade do thrashNew Lords é tudo de melhor que a banda pode entregar, em menos de 18 minutos. Arrasador e contagiante. – L.S


15- POGO CAR CRASH CONTROL – FRÉQUENCE VIOLENCE 

Fréquence Violence seja talvez o álbum mais inusitado que entrei em contato este ano. O terceiro álbum de estúdio do quarteto francês é uma coleção memorável que varia entre o hardcore melódico, metal/rock alternativo, indie e punk rock, cantado na língua materna de Napoleão, e trazendo uma dinâmica muito boa e características bem únicas. Meu primeiro contato com a banda me agradou bastante, pouco me aprofundei nos seus trabalhos anteriores (ainda), mas posso garantir que Fréquence Violence é um dos meus álbuns favoritos do ano. – L.S


14- BLACKBRAID – BLACKBRAID I

Blackbraid é um projeto solo de Black Metal com referências indígenas, capturando a solidão da região selvagem de Adirondack –As montanhas Adirondack são uma cordilheira do estado norte-americano de Nova Iorque que ultrapassa os 1200 metros de altitude em 40 dos seus picos. – Seu álbum de estreia, Blackbraid I, é um marco no estilo em 2022 e certamente um dos meus favoritos do estilo de todos os tempo. A captura crua do Black Metal com os elementos indígenas (destaques para os instrumentos de sopro), alinhados à faixas de nuances emotivas de uma montanha russa fazem do debut serem um dos destaques dentro do metal em 2022. Álbum imperdível. – L.S


13- WILDERUN – EPIGONE

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Álbuns tão densos e tão importantes pra mim são os o que eu tenho mais dificuldade de escrever sobre. Mas posso te garantir que gostar de Epigone é uma tarefa fácil. Entender a sua complexidade é uma tarefa mais árdua, mas ser carregado pelas emoções que o Wilderun consegue te transportar duantes os mais de 60 minutos só depende do quão disposto a sair do mundo real você está. É magistral; cada elemento constituinte, da instrumentação, à composição da música, à composição do álbum, é cuidadosamente organizado e perfeitamente equilibrado para forjar um dos mais comoventes, dramáticos e empolgantes álbuns da banda, do metal progressivo e do ano. – L.S


12- MEGADETH – THE SICK, THE DYING… AND THE DEAD!

The Sick, the Dying… and the Dead saiu mesmo depois de uma época conturbada, e que por muito tempo passou aquela sensação de que não ia sair tão cedo (rs). Mais de 40 anos depois, Mustaine e o Megadeth continuam fazendo Heavy Metal de qualidade e de muito bom gosto. Os novos rostos encaixam como já fizessem parte da banda à décadas, e o resultado é o álbum mais forte da banda desde a sua era de ouro nos anos 90. – L.S


11- LAMB OF GOD – OMENS

Lamb of God suplanta seu status como um dos nomes proeminentes da música pesada, com poucos sinais de desaceler, aumentando ainda mais o seu lendário estado e registrando mais um trabalho consistente, pesado e impressionante dentro de sua discografia. – L.S


10- ZEAL & ARDOR – ZEAL & ARDOR

Em uma continuação dos sons únicos dos discos anteriores, o terceiro álbum do Zeal & Ardor abrange mais elementos pós e industriais, muitas vezes levando de cabeça para uma cacofonia estrondosa. Catártico e ao mesmo tempo bem caótico, pesado e único. O auto intitulado trabalho dos suiços dá uma sensação de empurrar o metal para frente sem se preocupar com rótulos. – C.M


9- AETERNAM – HEIR OF THE RISING SUN

De muitas maneiras, Heir Of The Rising Sun me lembra o clássico The Varangian Way, do Turisas. Em ambos os casos, uma banda melódica com um som bem definido e influenciado pelo folk usa a estrutura de um cenário histórico envolvendo Constantinopla, criando dentro dos mais de 10 anos de existência o seu álbum mais bombástico e sinfônico até hoje. – C.M


8- VISIONS OF ATLANTIS – PIRATES

Pirates, o oitavo álbum de estúdio da consagrada banda de metal sinfônico Visions Of Atlantis é uma beleza inexplicável do gênero. Englobando tudo que o gênero pode proporcionar e entregando uma banda que soa, performa e cria momentos de rara felicidade, mesmo em uma carreira tão sólida. Pirates é tudo oque eu queria e precisava. O melhor lançamento do gênero até então. Imperdível. – L.S


7 – HIGH COMMAND – ECLIPSE OF THE DUAL MOONS

High Command se tornou, rapidamente uma das minhas bandas favoritas, muito em função do seu debut Beyond The Wall Of Desolation (2019) um dos meus álbuns de crossover favoritos de todos os tempo. Eclipse Of The Dual Moons era muito aguardado por mim, e as expectativas foram atendidas. Mais complexo em suas composições e também na forma de contar sua história, o álbum não só entrega uma forte sonoridade de crossover, mas também usa diversas ambientações nos teclados, passagens com violões e orquestrações e forte influência do mundo da fantasia medieval. Certamente um dos meus álbuns favoritos do ano, que faz com que minha admiração pelo High Command só cresça. Imperdível. – L.S


6 – SPIRITWORLD – DEATHWESTERN

O segundo álbum de estúdio do SpiritWorld, apesar da capa, é uma seleção brutal de riffs, ignorância e porradaria focadas no metalcore, death metal e hardcore. Deathwestern impressiona pela qualidade e grosseria garantida. Um álbum que demorou a cair nos meus ouvidos, mas rapidamente se tornou um dos mais impressionantes e icônicos de 2022. – L.S


5 – SUMERLANDS – DREAMKILLER

Logo após ser mencionado na lista de Bandas do Heavy Metal Moderno que você precisa ouvir, o Sumerlands lança Dreamkiller, após 6 anos de seu debut. Para o fãs do Heavy Metal tradicional e sonoridade de bandas da NWOBHM, o álbum é imperdível, assim como a banda. No estilo, nada chegou aos pés de Dreamkiller em 2022. – L.S


4 – INCLINATION – UNALTERED PERSPECTIVE

Temos um candidato a melhor álbum de hardcore do ano. Unaltered Perspective é o primeiro LP da banda de straight edge de Louisville, Kentucky, Inclination. Depois do incrível e muito bem aclamado EP de 2019 When Fear Turns To Confidence, o debut da banda foi muito hypado pela pessoa que vos escreve. Dito e feito. Unaltered Perspective não decepciona de forma nenhuma, trazendo uma sonoridade clássica do hardcore dos anos 90 com um toque metálico e grosseria sem tamanho. Imperdível!. – L.S


3- I PREVAIL – TRUE POWER

Eu gosto muito do True Power. Se ele é o verdadeiro renascimento do I Prevail, eu não sei. Só sei que, a banda que me conquistou ao vivo em 2017 e que me deixou um pouco intrigado em 2019, se mostrou muito mais viva, criativa e interessante em 2022. O I Prevail lança um álbum clássico e se põe no topo do metal moderno mundial. – L.S


2 – VENOM PRISON – EREBOS

A realidade é que não há uma música ruim em Erebos. A banda elevou e refinou seu ofício, resultando em um álbum que reafirma e explora em linhas muito tênues. O nível foi elevado logo no começo do ano, e o Venom Prison atingiu o seu ápice em muito pouco tempo. – L.S


1- BAD OMENS – THE DEATH OF PIECE OF MIND

O terceiro e muito esperado álbum de estúdio da jovem banda de metalcore Bad Omens, tem nuances interessantes. Ele é muito mais atmosférico do que eu esperava; ultilizando diversos artefatos do metal moderno e de sintetizadores em passagens mais ambientes, sendo esse o seu grande trufo.. O peso e a qualidade das composições, principalmente em ganchos envolventes está presente, e a banda certamente saiu da zona de conforto. O hype é real assim como a grandiosidade da banda. – Lucas Santos

6 comentários sobre “Os Melhores Álbuns de Metal de 2022

  1. Uma pena o ‘Of Kingdoms And Crows’ do Machine Head não aparecer nesta lista, um álbum que foi disparados um dos melhores do ano.

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      1. Conheci a banda High Command através do site e ficou no meu Top 1 para 2022. Que disco! Outros no Top 10 Rock / Metal até o momento são Sanhedrin, Tokyo Blade (!), Scorpions (!!), Skid Row (!!!), Out of this World, Skull Fist, SpiritWorld, Alestorm e Sin Starlett. Abraços

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