Rapidinhas 11/02/2022: Amorphis, Girish And The Chronicles e we broke the weather

Por Lucas Santos

‘Rapidinhas The Rock Life’ é o quadro que surgiu para aumentar o apanhado da quantidade massiva de música que escutamos durante a semana. Cheguei a conclusão que só os Reviews por aqui não eram o suficiente e por isso criamos esse novo formato para, de forma breve, aumentar o nosso acervo musical e, claro, aumentar o número de dicas de música boa dentro do Metal e do Rock.

Além dos Reviews e Listas que saem diariamente, junto da ‘Banda Da Semana’, o ‘Rapidinhas The Rock Life’ vai cobrir outros lançamentos da semana* com informações reduzidas das bandas e álbuns. 

Todos os álbuns lançados em 11/02/2022


Amorphis – Halo

Gravadora: Atomic Fire
Gênero: Death Metal
País: Finlândia

O décimo quinto álbum de estúdio de uma das bandas mais importantes do death metal mundial não surpreende e nem decepciona os fãs. Em Halo, tudo que você espera da sonoridade do Amorphis é entregue. O blend entre melodeath, folk e sinfônico é mais uma vez suave e com a abordagem que só a banda consegue trazer. Espetacular? Não. Há quem se interesse por mudanças mais drásticas? Sim. Mas a consistência da banda é confirmada mais uma vez, e não há nada de errado nisso.


Girish And The Chronicles – Hail To The Heroes

Gravadora: Fontiers
Gênero: Hard Rock
País: Índia

O segundo álbum de estúdio da melhor banda de hair metal indiana que já existiu, Girish And The Chronicles é um passo à frente da sua estreia. Muito mais redondo, com fortes canções e diversos momentos interessantes, a banda conseguiu em suas composições ressaltar o que mais me chama atenção no grupo, a performance do vocalista Girish Pradhan. Com uma mistura do hard rock clássico e de bandas atuais como Crazy Lixx, Heat e Crashdïet, Hail To The Heroes é certamente um destaque dentro do gênero no ano.


we broke the weather – we broke the weather 

Gravadora: Independente
Gênero: Rock Progressivo
País: Estados Unidos

A estreia do quinteto americano usa influências do prog vintage e modernas, oferecendo uma experiência completa e complexa. Tudo, desde jazz e fusion até math e pós-rock, também surgem ao longo do caminho, como se o King Crimson e o The Dear Hunter se juntaram com convidados do jazz americano dos anos 50 e entraram em estúdio criando um álbum bem difeente mas definitivamente interessante de se ouvir.

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