Rapidinhas 14/01/2022: Devil In Me, Fit For An Autopsy e Pridelands

‘Rapidinhas The Rock Life’ é o quadro que surgiu para aumentar o apanhado da quantidade massiva de música que escutamos durante a semana. Cheguei a conclusão que só os Reviews por aqui não eram o suficiente e por isso criamos esse novo formato para, de forma breve, aumentar o nosso acervo musical e, claro, aumentar o número de dicas de música boa dentro do Metal e do Rock.

Além dos Reviews e Listas que saem diariamente, junto da ‘Banda Da Semana’, o ‘Rapidinhas The Rock Life’ vai cobrir outros lançamentos da semana* com informações reduzidas das bandas e álbuns. 

Todos os álbuns lançados em 14/01/2022


Devil In Me – On The Grind

Gravadora: Dead Serious Recordings
Gênero: Hadcore
País: Portugal

Surpresa agradrável para mim, On The Grind é o primeiro álbum da banda portuguesa Devil In Me depois de 10 anos. Misturando uma sonoridade que chega até ser de crossover em diversos momentos, o álbum é uma excelente mistura do melhor que o hardcore noventista pode oferecer, com produção moderna e limpa. O hardcore começando 2022 com os dois pés na porta, diretamente da terrinha!


Fit For An Autopsy – Oh What The Future Holds

Gravadora: Nuclear Blast
Gênero: Deathcore
País: Estados Unidos

Em Oh What The Future Holds, sexto álbum da banda, o Fit For An Autopsy lança o álbum que define a sua carreira até agora. Foi a culminação de um processo de mudança de um deathcore mais direto, à uma sonoridade que alegremente leva a reinvenção para uma culminação sombria, emocional, instigante e esmagadora. Um trabalho extenso, muito diversificado e ao mesmo tempo pesado e belo. Será que é esse o futuro que nos aguardo dentro do deathcore?


Pridelands – Light Bends

Gravadora: Sharptone Records
Gênero: Metalcore
País: Austrália

Novo ato no pedaço, o Pridelands é mais um nome da prolífica cena de metalcore da Austrália. Light Bends, o seu debut, não só foca no “meltacore raíz” mas também ultiliza muito da sonoridade ambiente, com um pé no post-hardcore. Light Bends não é brilhante, mesmo com uma fundação sonora muito sólida ainda é preciso uma identificação maior com a música que eles tocam. Estão no caminho certo, mas é preciso momentos mais memoráveis para que isso aconteça.

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