Os Melhores Álbuns de Metal de 2021 (até o Momento…)

Por The Rock Life

Ufa! incrivelmente já passamos da metade do ano e está mais do que na hora de disponibilizarmos a nossa lista anual de “pré” melhores do ano. Tem tanta coisa boa que tivemos que cortar o número para “apenas” quinze nomes, mas que poderiam facilmente ser 30.

O critério de escolha foi simples: o álbum tem que ter figurado aqui no site ou nas nossas postagens de resenha clássica ou no Rapidinhas. Usamos o nosso sistema de nota só para uma base, mas também rolaram algumas escolhas mais pessoais. Tem álbuns que não poderiam deixar de estar aqui, porém tem muita coisa desconhecida.

De qualquer forma, são 15 álbuns completos de metal, bem ecléticos em todas as suas vertentes, que indicamos para vocês leitores com muito amor e carinho! Garanto que, qualquer que seja a sua preferência, há algo interessante para você aqui.

Até o final da semana sai a lista com mais 15 álbuns de Rock, não deixem de conferir!

Colaboradores: Lucas Santos, Cleo Mendes e Michel Chaib

ARCHITECTS – FOR THOSE THAT WISH TO EXIST

Architects é uma banda com tantos álbuns fantásticos em seu currículo que é genuinamente fácil perder a conta. For Those That Wish To Exist é apenas mais uma joia brilhante dentro de várias já escavadas e descobertas por eles. Talvez possa não ser o Architects que você conheceu e aprendeu a gostar, mas é um Architects que evoluiu e ampliou os seus alcances. É mais um capítulo importante sendo escrito na história do Metal. Uma chama longe de ser apagada, porque o fogo está acesso e mais quente do que nunca. – Lucas Santos


DEVIL SOLD HIS SOUL – LOSS

Loss é o quarto álbum da banda, mas é primeira vez que entrei em contato com o Devil Sold His Soul. Com a sua sonoridade atmosférica e pesada que é muito cativante, fora as entregas passionais e emotivas dos vocais, o álbum vai ser um prato cheio pra quem curte as novas direções que Architects Bring Me The Horizon estão tomando. – L.S


ENFORCED – KILL GRID

Kill Grid aumenta ainda mais a força do Enforced na cena. Com a incerteza do futuro do Power Trip, há muito espaço para que outra banda quebre um pouco a barreira desse som que é tão underground. Kill Grid é brutal, rápido e um passo à frente de At The Walls (2019). Talvez a falta de um grande “hit” para comandar o álbum vai fazer com que o lançamento não tenha a devida atenção que merece, tomara que eu esteja errado. Esse é um dos grandes releases do ano, de uma das bandas que no momento encabeça o renascimento desse gênero que já dura mais de 20 anos. – L.S


EPICA – OMEGA

Omega é outro grande trabalho do Epica, entregando diversas canções memoráveis, com arranjos belíssimos e uma jornada lírica envolvente e espiritual. Os quase 71 minutos de pura magia musical são delicados, pesados e grandiosos, como todo mundo esperava. Preciso de tempo para me decidir aonde o álbum se encaixa na minha ordem de preferência, mas a certeza é que o ele não decepciona ninguém e surpreende mais uma vez pela qualidade impecável. – L.S


 ERRA – ERRA

Embora a maioria do trabalho não reinvente o gênero, a obra homônima do ERRA tem vários momentos de destaque e consegue cativar ouvintes de todo o escopo da música pesada e do metalcore. Lembra das bandas que mencionei no começo? Então, é como eles pegassem o que de melhor cada banda pode oferecer e catalizar em quase 1 hora de muitas variações e criatividade. Pra quem curte metalcore e as novas abordagens do gênero, não pode deixar de conferir esse incrível registro. – L.S


EVERGREY – ESCAPE OF THE PHOENIX

Mais um álbum para ter em sua coleção, o Evergrey atingiu e muito bem as minhas expectativas, e na realidade até as ultrapassou. Não é atoa que já de alguns anos para cá, a banda tornou-se uma das minhas favoritas e pelo que vejo, esse posto irá manter-se por bons longos anos. – Michel Chaib


GATECREEPER – AN UNEXPECTED REALITY

No geral, An Unexpected Reality é um ótimo álbum que reúne riffs vicerais e brutais, marca registrada do Gatecreeper. Do curto período de música em si à obra de capa, à apresentação geral, o álbum é verdadeiramente um testamento do amor fortemente entrelaçado da banda pelos gêneros que eles aprimoram e continuam a experimentar. São só 17 minutos, que por aqui, foram repetitos a exaustão. Eu só queria mais. Inovador no som, inovador nas abordagens do Death Metal, será que o Gatecreeper inovou no conceito de divulgar música? – L.S


GOD’S HATE – GOD’S HATE

God’s Hate é uma banda de hardcore o cujo cantor é um lutador profissional, e eles soam como uma banda de hardcore cujo cantor é um lutador profissional. Brody King lidera a banda em seu segundo álbum de estúdio. Um poderoso registro do mais puro e destruidor hardcore que destroi costelas e ossos por onde passa. Acho que é o meu favorito do gênero no ano de 2021 até o momento. – L.S


GOJIRA – FORTITUDE

Fortitude é a excelência do metal moderno. Aos fãs de longa data do Gojira, que acompanham a evolução da banda, não surpreende a nova direção musical tomada no álbum. Os novos sons adicionados a já característica música da banda tiveram efeitos surpreendentes e únicos. Ao comparar com álbuns mais antigos e marcantes da carreira, como From Mars To Sirius (2005) e The Way Of All Flesh (2008) pode rolar um leve estranhamento, mas diria que Fortitude é até mais acessível que os citados nessa frase. Mais uma vez o quarteto francês define uma geração. Iniciando a década com uma pedrada de qualidade altíssima. O Gojira vai salvar o mundo. – L.S


HOLDING ABSENCE – THE GREATEST MISTAKE OF MY LIFE

Dizer que The Greatest Mistake Of My Life é um exemplo de lidar com ausências enquanto crescemos seria redutor. Em essência, o álbum de estreia da banda criou uma fórmula para eles que os teria visto existir confortavelmente se replicada. Mais do que maturidade, este álbum encontra os galeses descobrindo novas maneiras de elevar seu som a alturas até então desconhecidas. Em 2019 eles fizeram você se levantar e prestar atenção, e agora o Holding Absence entrou na mais alta pratileira do rock britânico. –Cleo Mendes


EDU FALASCHI – VERA CRUZ

Depois de um tempo me peguei ouvindo o álbum inteiro sem pular nenhuma faixa, e só mesmo esse tempo para perceber os pequenos e maravilhosos detalhes dos seus instrumentos, vozes e orquestrações. Um trabalho gigante de Edu, que mesmo depois de 30 anos e assinaturas em diversos álbuns que mudaram o patamar do metal brasileiro e mundial, conseguiu reunir um time do que de melhor o mundo pode oferecer ao metal e criar uma obra prima. – L.S


SOEN – IMPERIAL

Imperial é provocativo, poético, pesado e extremamante cativante. A farta e criativa sonoridade do Soen é pregada de sua maneira mais distinta e espantosa. Uma mistura de sentimentos e sensações te aguardam, nos fazendo refletir e encorajando pensamentos contrastivos, estimulados por uma música grandiosa, carregada e inigualavelmente radiante. Imperial é o som que precisamos para 2021. Imperial é o que vai te fazer pensar em 2020 como um trajeto difícil porém necessário para momentos luminosos que estão por vir. Imperial é a solidão que nos acompanha. Imperial é a luz no fim do túnel. – L.S


VOKONIS – ODYSSEY

Aos amantes do metal progressivo uma ótima pedida. Aos fãs de longa data, mais um trabalho criativo e cativante de uma banda muito sólida. Aos marinheiros de primeira viagem, uma apunhado de referências que podem, ou não, interessar aos ouvidos. Odyssey não é para qualquer um, mas aos ouvidos mais perspicazes, é um dos grandes trabalhos de progressivo de 2021. – C.M


WHILE SHE SLEEPS – SLEEPS SOCIETY

Sleeps Society mostra o porque eles são uma das bandas mais importantes do Metal moderno. Além de sempre buscar atualizar o seu som de forma orgânica e sem medo de experimentar, a banda ainda se mantém muito atual nos temas abordados em suas letras. Tudo aqui funciona e o preço pela ousadia pontual é totalmente justificado. É difícil descrever o que exatamente ouvimos; metalcore, post-hardcore, pop metal, eletronic metal? Não importa, porque tudo funciona. Grandioso! – L.S


WODE – BURN IN MANY MIRRORS

O terceiro álbum do Wode é de longe o mais completo e promissor da curta carreira da banda. A abordagem mais acessível de Black Metal com pegada Thrash, atmosférica e principalmente com riffs memoráveis durante todo os 40 minutos, fazem com que os ingleses registrem até o momento um dos álbuns de metal extremo mais aclamados de 2021. – L.S

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