Rapidinhas The Rock life

Por Lucas Santos

‘Rapidinhas The Rock Life’ é um novo quadro que surgiu para aumentar o apanhado da quantidade massiva de música que escutamos durante a semana. Cheguei a conclusão que só os Reviews por aqui não eram o suficiente e por isso criamos esse novo formato para, de forma breve, aumentar o nosso acervo musical e, claro, aumentar o número de dicas de música boa dentro do Metal e do Rock.

Além dos Reviews e Listas que saem diariamente, junto da ‘Banda Da Semana’, o ‘Rapidinhas The Rock Life’ vai cobrir outros lançamentos da semana com informações reduzidas das bandas e álbuns. Vamos testar esse formato por algumas semanas e ouvir o feedback de vocês para saber se continuaremos ou não. No mais, dêem uma olhada nos álbuns que separamos essa semana. Essa semana as dicas estão bem variadas no quesito de estilos. Confiram.

Mors Principium Est – Seven

O sétimo álbum de estúdio do Mors Principium Est, Seven, é o primeiro álbum da banda como uma dupla. Um poderoso disco de death metal melódico, com alguns andamentos mais lentos, progressivo mid-tempo e mais complexos. A influência clássica de Andy Gillion carrega também uma presença da orquestra de forma mais vívida, em um papel que se tornou um dos principais elementos que moldam o corpo do novo álbum. Um dos grandes momentos do Mors Principium Est nos quase 15 anos de carreira.

Wobbler – Dwellers Of The Deep

Wobbler soa com algo muito próximo se o Yes fosse mais pesado. Dwellers Of The Deep mantém a escrita de estruturas musicais complexas que resultam em músicas difíceis de entender de primeira, mas com paciência é fácil notar suas nuances. A banda emprega uma variedade de instrumentos para tornar suas músicas o mais interessantes possível, com muita criatividade e sonoridades coloridas. Prog clássico moderno direto da Noruega que vale ter a sua atenção.

Fever 333 – Wrong Generation

Fever 333 lançou um dos álbuns mais interessantes ano passado, Strength In Numb333rs. Eles continuam em sua luta política no novo EP Wrong Generation. Com a essência de rap/rock/metal característica da banda, eles englobam hip hop, grime, punk, direitos humanos e igualdade. Um EP que não era necessário (esperar mais um ano para um álbum completo não seria tão ruim), mas reforça o poder do Fever 333 e mantém os californianos em evidência em um ano que precisamos deles.

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