Lagwagon

Bem vindo à mais uma categoria de conteúdo disponibilizado pela The Rock Life pra você, amante da boa música, mais precisamente do rock e metal.

Toda semana iremos indicar bandas, digamos, desconhecidas no grande cenário e pouco mencionadas nacionalmente. A ideia é apenas espalhar o som de bandas diferentes, “novas” e que não tiveram espaço aqui. Tentaremos focar naquelas que tiveram álbuns que não foram resenhados ainda. Do rock clássico ao metal extremo, aqui vale de tudo. Traremos uma beve explicação da banda e álbuns essenciais da discografia, sem muita aprofundação, o conceito do “Banda da Semana” é apenas disponibilizar novos nomes a vocês. Aproveitem.

QUEM SÃO?

Se você viveu a década de 90, época em que bandas do derivado denominado pop punk estourou e se você no fim da década de 90 e início da de 2000 obteve o jogo Tony Hawk Pro Skater e foi apresentado para uma gama de bandas e som por conta de sua trilha sonora vai estar ligado no som do Lagwagon.  formada aos arredores de Santa Bárbara, na Califórnia em 1988, esses caras tem seu diferencial, eles caminham mais para o lado do hardcore.

Da formação original está o incrível vocalista Joey Cape e o guitarrista Chris Flippin. Depois de um tempo, já na época do lançamento do quarto álbum, entrou Dave Raun na batera e Chris Rest. Finalizando a apresentações, no ano de 2010 chega Joe Raposo, no baixo tornando-se o elo que faltava.

POR QUE VOCÊ DEVE ESCUTAR?

Não só pela qualidade e excelentes melodias. Escutar os discos dos caras, principalmente os dos anos noventa é estar se conectando com a história de um movimento muito interessante dos anos 80 que foi até os anos 2000 nos EUA. Eles são meio que percursores do Pop Punk ao lado do Green Day, The Offspring, Bad Religion, NOFX, Rancind e o Millencollin. Se isso não for o suficiente para te convencer, é legal ver que eles são tão raiz que enquanto esses nomes citados anteriormente fecharam contratos milionários com outras gravadoras o Lagwagon firmou seu rotulo de “underground” e se manteve em um pequeno selo estourando pro mundo em seu segundo disco. A faixa que coloco a disposição é do álbum quinto Let’s Talk About Feelings, e está disponível na trilha do novo jogo do Tony Howk pró Skater 1+2 que traz em forma de nostalgia tudo que esteve presente no primeiro e segundo jogo da franquia.

QUAL ÁLBUNS VOCÊ DEVE ESCUTAR?

Seria bom focar sua atenção no álbum de estreia Duh, porque ele é bem cru e transparece uma verdade e uma graça de iniciantes que poucos primeiros álbuns tem. Caminhando para uma direção bem punk ele tem seus momentos e deve ser dado o destaque para o grande Derrick Plourde (RIP) soltando a porrada na bateria, inclusive num cover esquisito de Bad Moon Rising que apesar de não ter dado lá muito certo nos convence que dá pra fazer o Creedance Clewater Revival pode ser escutado em outra sintonia, de 220 voltz de potência.

Atento a isso, o álbum seguinte “Trashed” de 1994, traz uma evolução. A qualidade de gravação é melhor e eles soam mais amadurecidos. Island of Shame é a primeira canção e seu clipe potencializou a carreira dos caras, por isso merece ser escutado na sequência, pós Duh. Mas o disco que realmente vejo se tornando o mais querido para novos ouvintes seria sem sombra de dúvidas o sortudo, já citado acima, Let’s Talk About Feelings de 1997.

Além de ter May 16, tem After You My Friend, as belíssimas melodramáticas Change Despair e Love Story, a identificável Train, a agressiva Hurry Up and Wait, enfim, seu tempo curto de um pouco mais de 25 minutos com 12 canções que mal passam de 3 minutos está no ponto certo. Neste álbum é capitada uma banda que já sabe o que fazer e que não precisa mais mostrar serviço, ao mesmo tempo traz, como o título do álbum diz, bastante sentimento na busca de agradar as massas. É um disco lindo com momentos grandiosos que durante a audição espera-se que o disco nunca termine, quando caba o lamento é grande e voltamos para a primeira faixa para valer a ouvida, não é um álbum feito para se escutar uma única vez. Eles também lançaram um álbum no ano passado, Buble, que merece essa menção honrosa, escutem sem parar a obra desses caras!

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: