Review: Onslaught – Generation Antichrist

Por Lucas Santos

Nas primeiras audições de faixas como Strike Fast Strike Hard, Bow Down To The Clows (uma das minhas faixas favoritas do ano) e Religiousuicide já somos cativados por toda a fúria e potência sonora da banda.

Lucas Santos

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Gravadora: AFM Records
Data de lançamento: 7/08/2020

Gênero: Thrash Metal
País: Inglaterra

Onslaught foi formado em Bristol, Inglaterra, por Nige Rockett (guitarra) e Paul Hill (baixo) em 1983 e começou a vida sob a influência de bandas Punk Hardcore de segunda geração, mas explorando um forte desejo de um som mais metálico e partilhando o amor por Motorhead, eles procuraram rapidamente um estilo mais definido e original.

O resultado são álbuns como Power From Hell (1985), The Force (1986), In Search Of Sanity (1989) e depois de um longo hiato também lança como Killing Peace (2007), Sounds Of Violence (2011) e seu mais recente esforço de estúdio VI (2013).

Após diversas mudanças, o único membro restante da formação original é Nige Rockett, que se junta ao mais novo vocalista David Garnett acompanhado dos também recente membros Wayne Dorman (Guitarra), Jeff Williams (Baixo) e James Perry (Bateria), e após alguns anos de turnês comemorando aniversários de discos anteriores, a banda está de volta com um novo trabalho de estúdio Generation Antichrist, um álbum inspirado em um mundo tão cheio de ódio, megalomaníacos e loucura política.

Queríamos que este álbum soasse como um pano de fundo de áudio para a letra contido, sombrio e brutal ao extremo – é por isso que convidamos o produtor Daniel Bergstrand para entrar e entregar o que eu acho que é uma mistura absolutamente incrível! Este também é um momento realmente perfeito para o nosso novo vocalista Dave Garnett fazer seu nome dentro do Thrash. Ele alcançou bons momentos em grande escala no ano passado, tendo representado alguns shows ao vivo quando o ex vocalista Sy Keeler estava indisponível. Então, quando a posição em tempo integral se tornou disponível, ele mal podia esperar para entrar no estúdio.

Nige Rockett,

Nas primeiras audições de faixas como Strike Fast Strike Hard, Bow Down To The Clows (uma das minhas faixas favoritas do ano) e Religiousuicide já somos cativados por toda a fúria e potência sonora da banda. Apesar das faixas seguintes manterem um padrão sólido, não há nada de muito memorável o que quebra um pouco a vontade de escutar o álbum na íntegra.

Estamos diantes de um álbum “True” de Thrash Metal, que não brinca em serviço e vai direto ao ponto. A sonoridade crua e a batida incansável deixam qualquer fã do estilo com um sorriso espontâneo. É um álbum de Thrash verdadeiramente implacável do começo ao fim, que apesar de não puxar limites, usa todos os elementos que um bom trabalho de gênero teria.

Generation Antichrist é um material bem sólido de Thrash Metal. Foi o álbum que me fez pesquisar e me aprofundar mais em uma banda que tem uma história importante nesse estilo, e certamente terá mais horas de audições ao longo do tempo. Não espere nada de muito inovadora, mas espere boas horas de riffs pesados, gritos de raiva e bateria triturada.

Nota final: 7/10

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