As Músicas de Rock Que Definiram O Ano De 2020 (Até Agora…)

Por Lucas Santos

Um ano bem doido, sim. Mas enquanto poucas coisas nos mantem lúcidos e sanos, o rock e metal – música em geral – tem uma grande importãncia em nossas vidas. Em termos de novidade, sim, esse é um início de ano muito produtivo e de qualidade elevada.

Uma mescla de novos atos com gigantes da indústria, além de participações pouco convencionais de por exemplo Ozzy Osbourne e Post Malone. Selecionamos as melhores músicas do rock que definem o ano caótico de 2020. Do pop radiofônico ao hard rock oitentista, tem de tudo um pouco nessa lista.

Muitas dessas faixas estão presentes nos álbuns que escolhemos como os melhores de 2020 (até então…), não deixe de visitar essa lista também. Vá até o fim para também conferir a playlist no spotify e volte sempre porque essa página será atualizada cada vez que alguma faixa for digna de fazer parte dessa seleta lista

BAD HABITS – SILVERSTEIN FEAT INTERVALS

Com alguns convidados em seu novo álbum A Beautiful Place To Drown, os incansáveis rapazes do Silverstein contaram com a ajuda de membros do Intervals para trazer aquela mistura sem falhas do pop punk e metalcore que gruda nos ouvidos.

BURN ‘EM ALL – CONFESS

A faixa título do terceiro trabalho do grupo de hard rock sueco Confess é um momento especial. A bateria começa arregaçando, lembrando o começo de Painkiller, com uma pegada de heavy metal tradicional, fluida e com muita atitude, um espetáculo.

CHELSEA – DRAGGED UNDER

Com o anúncio dos antigos Tony Hawk’s Pro Skater 1 e 2 remasterizados para o fim desse ano, Chelsea é uma daquelas faixas que se encaixariam perfeitamente no jogo. A levada mais alegre com cara de punk californiano ao estilo Bad Religion, entrega um Dragged Under diferente e mais acessível.

CURVES – THE NIGHT FLIGHT ORCHESTRA

Em mais um espetacular álbum, o The Night Flight Orchestra mostrar em Curves – que busca aquela característica dançante com os teclados mais eletrônicos que nos transportam pro tempo da disco music, o que já se tornou uma marca registrada da banda – toda a sua gama de sons e referências. Exemplo mais que especial que mostra o porque de ser uma das bandas mais diferentes atualmente.

DECIDUOUS – CHIEF STATE

Os canadenses do Chief State são uma das maiores revelações do pop punk moderno, em seu quase perfeito debut Tough Love, tem na faica Deciduous o bom trabalho da guitarra distorcida e muteada, aonde a banda captura o humor do gênero, refletindo emoções mistas em seu som.

DIRTY VEGAS – STORM FORCE

O que acontece em Age Of Fear é simples.  Influências de Cinderella Van Halen estão por toda parte. Com tons de Motley Crue às vezes. Dirty Vegas é a essência do Rock N’ Roll oitentista mais que implícita e executada de forma nostalgica. Sobe o som.

D.O.G.D – HONEY CREEK

Os meninos de Milwaukee do Honey Creek dão um banho em um dos melhores álbuns do ano. O que eles se dispõe a fazer é o melhor e mais competente nostálgico pop punk – aquele que nos faz lembrar dos nossos tempos de escola e dos dramas intermináveis que passavamos enquanto assistíamos MTV com o cabelo caindo no rosto. D.O.G.D podia muito bem ser um clássico de pop punk dos anos 2000.

DON’T LIVE FAST – THE GLORIOUS SONS

Em tempos que todos nós tivemos que desacelerar em muitos aspectos, Don’t Live Fast passeia como um fluxo de verão, reforçado por uma melodia de piano cintilante que o deixará à vontade e o encorajará a desacelerar e abraçar o agora. Um single separado do álbum mais recente, mas entregue pelo grupo ao perceber que o conteúdo lírico se encaixa nos dias de hoje.

ESCURIDÃO – BULLET BANE

Bullet Bane é cargo chefe do hardcore nacional. Em Escuridão, as letras que tratam de recomeço, lutas internas, escolhas, soam muito pessoais e podem falar diretamente com um grande público, ainda mais no momento confuso da atualidade.

HATE CONQUERS ALL – ANTI-FLAG

Carregado pelas críticas ácidas e letras mais fortes, que conseguem caracterizar perfeitamente o que é o Anti-Flag, eles mostram o verdadeiro motivo do álbum logo nos primeiros segundos de Hate Conquers All. Um chute na bunda de todas as bizarrices causadas devido ao ódio.

HEAVY FATHER – FAKE NAMES

Enquanto todo o álbum de estreia do supergrupo Fake Names se baseiam no punk rock mais setentista, a faixa Heavy Feather tem uma sonoridade mais fuzz rock, mostrando originalidade e diversidade sonora.

IT AIN’T EASY – DEWOLFF

O sétimo álbum da banda holandesa DeWolff foi concebido de uma forma bastante inusitada e curiosa, todo o álbum foi gravado usando apenas um gravador de áudio em K7, modelo Tascam, em 4 canais. Com esse clima retrô, It Ain’t Easy é uma boa mistura do rock antigo, pegada pop e solos mais simples sem soar datado.

IT MIGHT BE TIME – TAME IMPALA

Sem medir esforços em seu novo álbum, O Tame Impala foi capaz de arriscar e criar momentos magníficos. It Might Be Time é um gracejo indie perfeito. Uma faixa que mostra o que há de melhor na banda refletindo um pouco mais de psicodelia que as outras músicas

IT’S A RAID – OZZY OSBOURNE FEAT POST MALONE

A improvável dupla Ozzy/Malone se sai muito bem em It’s A Raid, o primeiro single do último álbum do madman, uma faixa em que os dois conversam de maneira natural com uma pegada bem energética ao estilo punk rock.

LOSERS 2 – SPANISH LOVE SONGS

Em um álbum onde a verdade escancarada e a carga emocional é gigante, Losers 2 – sim, existe uma outra faixa chamada Losers – vai te atingir como um cruzado no estômago.

LOST IN THE DARK – PASSION

Mesmo com alguns escorregões em seu debut, o Passion conseguiu, com Lost In The Dark, criar uma música forte que poderia fazer parte de qualquer grande álbum de hard rock nos anos ointenta.

THE MOUNTAIN – JONATHAN HULTÉN

Jonathan Hultén mostra uma faceta totalmente diferente daquela que o marcou no Tribulation. Além dos arredores instrumentais, esse é um álbum totalmente acústico, descontraído e gentil. Ele não bate em você, flui ao seu redor com serena graça e carinho, uma experiência de audição delicada que relaxará até as mentes mais estressantes. The Mountain vai te seduzir facilmente em águas mais calmas

QUICK SCAPE – PEARL JAM

Mesmo em um álbum em que arrisca era preciso, os ícones do movimento noventista de Seattle ainda são capazes de produzir momentos especiais. Quick Scape, o último single lançado, é o ponto alto de Gigatron. Essa música é “a cara” da banda, e consegue passar um certo ar de rejuvenescimento agradável e bem vindo. 

RATKING – BOSTON MANOR

De fenômeno do pop punk à sério canditado a definir as novas ondas do rock britânico, o Boston Manor levou as mercadorias a sério com Ratking, um épico de rock mordaz de composições maduras, bem-sucedidas e uma vantagem venenosa que combinam-se para tornar a faixa, uma das melhores músicas de rock britânico lançadas até agora este ano.

SIMMER – HAYLEY WILLIAMS

Simmer foi o primeiro single do primeiro trabalho solo da vocalista do Paramore, Hayley Williams. Ela entrou de cabeça no que chamam hoje de pop minimalista, tendência entre cantoras e que é o que tem repercutido mais mundialmente e em premiações.

SHAKE THE WORLD – BLACK

O supergrupo de peso do Black Swan não decepciona ao tentar recriar momentos fantásticos produzidos pelo hard rock oitentista. A pitada moderna adiciona um sabor especial e a faixa título sé um exemplo que todo fã do estilo quer ouvir. Direto, com um certo groove, pesado, ganchos fáceis e com riffs e solos extravagentes. 

SHOT DOWN – BRKN LOVE

O cru som que o BRKN LOVE tirou em seu álbum de estreia se reflete muito em Shot Down, de uma sensibilidade harmônica e de rock n’ roll clássico que impressiona, conseguindo ser pesada e sensível ao mesmo tempo, com ótimos ganchos e instrumentação presente.

SHUT ME DOWN – BROOKLANE

Outra estreia de pop punk no ano que se destaca de forma instatânea. A estreia do jovem grupo Brooklane, Roll With The Punches, conversa diretamente como esse público e fa de Shut Me Down um hino repentino do gênero.

STRANGERS – MT. JOY

Vagarosamente, o Mt. Joy vai soltando as novas músicas que compõe o segundo álbum de estúdio da banda. Strangers se baseia em uma melodia simples, mas infecciosa, de piano, e um arranjo de funk e pop com uma vibe bem positiva e penetrante. Se o novo trabalho do quinteto da Philadelphia seguir nesse estilo, certamente será um destaque de 2020.

WAKE UP, SUNSHINE – ALL TIME LOW

Se reconectando com o seu passado, a faixa título do grande novo trabalho de estúdio do All Time Low é energética, alegre e possui uma composição que seria cantada em muitos festivais verão a fora.

WE ARE GODS – H.E.A.T

Com todo mérito, o H.E.A.T pode sim se declarar “Reis” do hard rock sueco. O vocalista Erik Grönwall mostra toda a sua potência e alcance vocal em diversos momentos mas com destaques de brilhantismo para We Are Gods, um blues melódico e pesado que define o porque do reinado da banda.

https://open.spotify.com/playlist/25aGP8bWU8kxWqlEtCZNc2?si=cHc3szxsQE2SCfmQ6x2H9w

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