Review: Solitary Sabred – By Fire & Brimstone

Por Cleo Mendes e Lucas Santos

Guerreiros, espadas e dragões … O Solitary Sabred bate no peito, com fome de poder das fantasia que existe dentro de todos nós. Depois do bem falado álbum segundo álbum Redemption Through Force (2014) eles tiveram um gap grande até o lançamento do mais novo trabalho, By Fire & Brimstone.

Cleo Mendes

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Gravadora: No Remorse Records
Data de lançamento: 13/03/2020

Gênero: Heavy Metal
País: Chipre

Guerreiros, espadas e dragões … O Solitary Sabred bate no peito, com fome de poder das fantasia que existe dentro de todos nós. Depois do bem falado álbum segundo álbum Redemption Through Force (2014) eles tiveram um gap grande até o lançamento do mais novo trabalho, By Fire & Brimstone. Aliás, não é todo dia que temos uma banda do Chipre por aqui.

Inegavelmente temos a essência do Power/Speed ​​Metal aqui, o vocalista Petros Leptos tem toda a teatralidade, destreza e alcance e poder para fazer o trabalho. Isso é apoiado pela música também, e enfatiza o nascimento de um álbum tão evocativo de suas influências que às vezes é apenas a produção moderna e completa que faz você pensar que não são uma banda antiga. É raro ouvir um álbum atingir sua marca de forma tão decisiva, mas Solitary Sabred gerencia isso e entrega de uma maneira que pode atrair os fãs modernos de Epic e Power Metal.

Os riffs grooveados de Assassins of Carthage surpreendem, mas são os vocais desafiadores e a percussão aguçada que o mantêm mais fundamentado. Disillusions é realmente profunda, sombria e instigante, Invoking the Master faz de tudo para obter um poço ardente de figuras imortais batendo a cabeça o mais forte possível. The Scarlet Citadel (Chronicles of the Barbarian King pt.I) e Fyres of Koth (Chronicles of the Barbarian King pt.II). Mostram outro lado da banda, a primeira é um épico de power metal que mostra a grandeza das guitarras e o alcance dos vocais, a última é um esforço mais direto porém igualmente poderoso.

A música é pesada, técnica e diversificada, suficiente para Leptos absolutamente voar na frente vocal – ele é o grande destaque – o que faz em todas as oportunidades fabulosas, geralmente há um gancho estilo Iron Maiden, ou um refrão mais agarrado fazendo o resto do álbum se encaixar.

O álbum se revela gradualmente, com cada músico trazendo algo para a mesa. Sim, como já disse, Leptos brilha ao longo do álbum e se torna um ponto focal nas audições iniciais, mas, como diversas bandas provaram às vezes, um ótimo vocalista pode ficar não ficar vontade se as músicas não estiverem lá para trabalhar sua mágica. Felizmente, esse não é o caso de Solitary Sabred, pois esse é um ótimo álbum que parece que veio de um tempo distante, mas é moderno e épico.

Aos fãs de metal tradicional, que fala das fantasias medievais, esse é um prato cheio. A forma narrativa de passear sobre as músicas torna By Fire & Brimstone um registro diferente do habitual. É claro que as fórmula de décadas do estilo estão presentes, são repetidas algumas vezes, todavia as ideias novas pinceladas pelo Solitary Sabred são bem vindas e se destacam em um meio que pouco inova.

Nota final: 7,5/10

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