Review: Bad Religion – Age of Unreason

Contendo faixas de temas variados, Age of Unreason traz letras que abrangem temas que fogem um pouco do Punk Rock tradicional, como My Sanity e Lose Your Head.

Lucas Santos

Gravadora: Epitath Records
Lançamentos:
03/05/2019

Você entendeu essa capa? Nem eu.

Não importa aonde você esteve nos últimos 30 anos, tenho certeza que já ouviu falar de Bad Religion. Uma das banda mais importantes, que revolucionou o Punk Rock mundial. Desde sua formação, no fim dos anos 70, a banda vem desafiando seus ouvintes, com músicas que atraem a humanidade, a razão e a consciência de seus fãs. Age Of Unreason continua com esses temas, concentrando-se também, no atual clima político.

Com mais de 16 álbuns de estúdio, o quinteto californiano surpreendeu muita gente quando confirmou que lançaria em 2019, o seu décimo sétimo da cronologia. E bem, aqui estamos nós para falar um pouco dele.

Contendo faixas de temas variados, Age of Unreason traz letras que abrangem temas que fogem um pouco do Punk Rock tradicional, como My Sanity e Lose Your Head. Porém, com uma pegada mais melódica, elas se encaixam muito bem, e se mesclam durante os quase 34 minutos, com as faixas mais corriqueiras do gênero, como Downfall e Since When. É claro que não poderia ser um álbum de Punk completo, se não houvesse uma crítica ao atual governo, americano no caso, cargo de Candidate.

Os vocais de Graffin tomam o centro do palco, com suas harmonias vocais de apoio, graças a Gurewitz e Bentley, trazendo aquele som característico e único do Religion. O baterista Jamie Miller, membro mais novo, e estreiando em estúdio, não deixa a peteca cair. Faz um feijão com arroz sem inventar muito, mas consegue produzir uma bateria inconfundível ao som do grupo.

A banda joga na zona de conforto. Não acredito que a essa altura, com mais de 40 anos, tanto os fãs quanto eles, estejam buscando algum tipo de inovação. O Bad Religion já escreveu sua história na música, e consequentemente tudo que venha depois, enxergo como um bônus, espécie de celebração da carreira.

Age of Unreason faz isso com letras inteligentes e instigantes, envolvidas em músicas bem executadas, trazendo uma sensação de nostalgia absurda! A vontade de pegar o skate e sair por aí com o álbum tocando em um looping infinito é imensa, que no meu caso, só falta o skate. Uma pedida essencial para os fãs. Aperte o play e se divirta!

Nota final: 7/10

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