The Rock List – 7 álbuns solos de membros de bandas consagradas. Parte 1!


Na The Rock List de hoje, iremos indicar alguns álbuns de artistas que ficaram conhecidos em bandas de sucesso, e por diversos motivos, acabaram em algum período, lançando um material solo. Alguns ainda seguem a carreira solo, outros voltaram pras bandas de origem ou iniciaram novos projetos. Confira a nossa parte 1 de álbuns de artistas solos que já eram consagrados em bandas anteriormente.

Sebastian Bach – Angel Down (2007)

Possuindo uma discografia solo muito sólida, Bach fez sua estréia oficial em estúdio, com Angel Down. Devemos mencionar que 1999 o ex-membro do Skid Row lançou Bring ‘Em Bach Alive, uma espécie de coletânea, com performances ao vivo de músicas da ex banda, covers e algumas faixas novas gravadas em estúdio.

8 anos depois, após passar um período trabalhando na Broadway e fazendo programas de TV, Angel Down capta tudo aquilo que fez de Sebastian um dos maiores frontmans da história do Heavy Metal. Agressivo, rápido e melodicamente impecável e com participação de Axl Rose em 3 faixas. O álbum marcou a “volta” de Bach ao que ele sabe fazer de melhor, Heavy Metal!

Vince Neil – Exposed (1993)

Lembra da parte em que Vince Neil sai do Motley Crue em The Dirt? Então, durante esse período, ele gravou o incrível álbum Exposed. Junto com o guitarrista Steve Stevens – que tocou muito tempo com Billy Idol, Michael Jackson – Vince criou músicas ao melhor estilo sexo, drogas e rock n’ roll. Sem fugir muito do estilo do Crue, as 11 faixas cativam facilmente. Pegajosas, com riffs e melodias que envolvem prontamente e talvez com uma das últimas grandes performances vocais de Neil. Ouso dizer que Exposed é tão bom quanto qualquer álbum clássico do Crue, sem o devido apelo é claro, mas de qualidade equivalente.

Slash – Slash (2010)

Aqui temos o esboço do que seria posteriormente uma carreira solo de sucesso de Slash. O álbum de estréia, sem ainda a parceria oficial de Myles Kennedy and the Conspirators, conta com um elenco gigantesco, dos mais variados artistas, algo que só o guitarrista do Guns N’ Roses seria capaz de fazer. Lemmy, M. Shadows, Fergie (!), Ozzy, Chris Cornell, Iggy Pop, Kid Rock. Uma celebração do Rock N’ Roll. Que aliás, ainda nos presenteou com hits da categoria: Starlight, Nothing to Say, Back from Cali e Promise. O re-início de tudo, em grande estilo, para Slash.

Myles Kennedy – Year of the Tiger (2018)

Fugindo totalmente do estilo que o consagrou, Myles busca em Year Of the Tiger um apanhado de influências que moldaram e o seguiram ao longo de sua trajetória – Folk, Jazz, blues, country e é claro rock & roll. A importância das letras encabeça a temática do álbum, que conta experiências da juventude do vocalista que tragicamente perdeu o pai aos 4 anos de idade e suas consequências familiares.

O vocalista do Alter Bridge nos entrega, com uma carga emocional muito grande, lindas melodias e momentos especiais. Year Of The Tiger é uma audição obrigatória que nos leva a uma reflexão mais profunda e imersiva sobre assuntos mais delicados.

Kiko Loureiro – universo inverso (2006)

Mostrando toda a sua versatilidade, o brasileiro Kiko Loureiro passeia por diversos gêneros durante as 10 faixas instrumentais do álbum. Divergindo do metal, Kiko “brinca” com influências do jazz, música brasileira e música latina. Com um timbre de guitarra mais limpo e leve, universo inverso expressa todo o ecletismo do guitarrista, que hoje brilha no Megadeth.

Dee Snider – For the Love of Metal (2018)

Como o próprio Dee disse em algumas entrevistas na divulgação de For the Love of Metal, ele queria que o álbum fosse de metal, e metal apenas. A começar pelo título, encontramos metal suficiente aqui. Se aventurando por uma área que não é da sua zona de conforto, o lendário ex-vocalista do Twisted Sister arrepia ao longo das 12 faixas. Com características mais puras e legítimas do gênero, Dee Snider nos entrega um trabalho magnífico. No ápice dos seus 64 anos, é de se admirar que um artista que esteja a tanto tempo na indústria consiga lançar um material desse quilate com tanta propriedade e qualidade.

David Lee Roth – Eat ‘Em and Smile (1986)

Com a companhia de Steve Vai, Eat ‘Em Smile é o primeiro trabalho de David após a sua saída do Van Halen. Possui músicas muito bem executadas, seguindo a linha festiva, característica de David. O álbum mostra que o vocalista tinha vida pós Van Halen, ainda mais auxiliado com músicos de extrema qualidade.

Contendo a essência de David Lee Roth e com um nível de virtuose altíssimo, esse é um álbum indispensável para quem gosta de hard rock.

2 comentários

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: